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Imagem ilustra hotelaria pós pandemia, na retomada do turismo - Parceiros OYO

2021: quais as perspectivas para a hotelaria pós pandemia?

A chegada de 2021 cria uma perspectiva favorável de retomada do turismo e da hotelaria pós pandemia, especialmente após a flexibilização da quarentena e com a possibilidade de um calendário de vacina. Depois de muitos meses em casa para proteção da COVID-19, as pessoas estão voltando a viajar em segurança. O faturamento do setor de turismo segue no quinto mês de alta, ainda que abaixo do nível atingido antes da pandemia. Esse ainda é um processo gradual, que deve se estender até o segundo semestre de 2021 – quando, provavelmente, o movimento poderá se normalizar.

Baseado nos indicativos do mercado, selecionamos três aspectos importantes da perspectiva para a retomada do turismo e da hotelaria em 2021.

3 visões e orientações para a retomada da hotelaria pós pandemia

1. Turismo de lazer x Viagens corporativas.

O tempo em casa fez com que as pessoas valorizassem e desejassem a movimentação. Por este motivo, o turismo de lazer já dá sinais de uma retomada mais consistente – ainda que com características diferentes do padrão de antes da pandemia, uma vez que os viajantes buscam segurança em primeiro lugar.

As viagens corporativas, no entanto, devem levar mais tempo para atingirem os números de normalização. Isso acontece porque garantir a integridade de seus executivos é prioridade para as empresas – e, no momento, os riscos de segurança não valem a pena, pois grande parte dos compromissos estão sendo realizados de maneira remota. 

Especialistas do ramo do turismo e da hotelaria preveem uma retomada assídua apenas no segundo semestre de 2021, que será quando as viagens e eventos corporativos ganharão espaço. E, a partir de então, poderá ser intenso: 2 anos de realizações em apenas 6 meses. 

2. Interior x Capitais.

 Enquanto cidades grandes e extremamente urbanas como as capitais veem a retomada do turismo de maneira bastante lenta ainda, os hotéis e pousadas do interior disparam em ocupação.

Nos grandes centros urbanos, como Campinas e São Paulo, a falta de eventos culturais em curso e a grande possibilidade de aglomeração assustam os viajantes, que preferem se resguardar. A taxa de ocupação ficou entre 20% e 30% nos últimos meses. Essa tendência pode começar a mudar a partir da imunização da população. Até lá, seguirá uma curva conservadora de recuperação, com expectativa de ocupação média de 50% no próximo ano.

Já as acomodações interioranas, especialmente aquelas imersas na natureza e voltadas para o lazer de família, puderam reajustar em até 15% os valores cobrados em diárias em comparação com o ano passado.

3. Redução de custos mas não de diárias.

Especialistas indicam a tendência de ferramentas e gestão que tornem a operação de hotéis e pousadas menos custosa. Para atravessar esse momento desafiador para departamentos financeiros, tornar o modelo de negócio mais leve gera perspectivas mais animadores. E, na hotelaria pós pandemia, reduzir o valor das diárias não é uma opção interessante. Isso porque a estratégia não necessariamente trará uma demanda maior e poderá causar um desequilíbrio nas finanças mais adiante.

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